sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Mais guerra para o Médio Oriente?

Os EUA deslocam outro super porta-aviões de guerra para o Médio Oriente

   Isto significa que três grandes porta-aviões dos Estados Unidos da América com numerosos barcos destrutores("destroyers") com mísseis teleguiados estão agora estacionados ou a caminho desta região. O super porta-aviões da classe Nimitz, a maior classe de porta-aviões jamais construídos, é o USS Abraham Lincoln que foi enviado para se unir à V Frota Naval dos EUA. Com 5.000 marinheiros, vai assim juntar-se ao USS Carl Vinson que na semana passada iniciou a sua deslocação para a mesma área e aos destrutores USS Bunker Hill e USS Halsey que também estão a caminho do Médio Oriente. Vão actualmente a meio caminho, navegando no Oceano Pacífico.
   Estes navios de guerra vão juntar-se ao USS John C. Stennis que já está estacionado próximos das águas territoriais iranianas e paquistanesas. O navio de guerra, porta-helicópteros, USS Bataan (LHD-5), da classe Wasp, também está estacionado na região nas proximidades do sul do Yemén.

   Os EUA têem agora cinco grandes porta-aviões deslocados ao redor do mundo ou seja o mesmo número de barcos de guerra que estiveram em acção pouco antes da invasão do Iraque nos princípios do ano de 2003.
   Há anos que esta potência do império ocidental está a colocar esta região a ferro e fogo e avança agora com desbragadas provocações em relação ao Paquistão, Síria, Irão. Em tímida resposta, o Paquistão mantém o seu bloqueio fronteiriço para acesso dos abastecimentos da NATO ao Afganistão em protesto contra um ataque aéreo desta aliança agressora no final do mês passado e que assassinou quase três dezenas de soldados paquistaneses "amigos". Os EUA escusam desculpar-se por este "incidente".
   Com uma informação dominada que martela a especulação ameaçadora de uma campanha militar eminente na região, a deslocação de mais três grandes barcos de guerra dos Estados Unidos da América para o Médio Oriente causa extrema preocupação.
   Teremos de estar vigilantes e organizar desde já todos os esforços para resistir e combater mais esta guerra criminosa que o império prepara e na qual quer envolver os nossos impostos e os nossos jovens.

Fonte: aporrea.org

NATO assassina no Paquistão

Helicópteros da NATO atacaram, posto militar paquistanês

   No final do mês de Novembro, um posto militar paquistanês, foi atacado por helicópteros da NATO que causaram a morte a 28 soldados "amigos". Os helicópteros realizaram disparos indiscriminados contra o posto de controlo paquistanês de Salala em Mohmand, a uns escassos 2,5 Km da fronteira afgã, provocando mais de onze feridos além daquelas referidas mortes.

   Este letal ataque que foi repudiado pelo governo paquistanês como flagrante violação da sua soberania, provocou já diversas manifestações de repúdio da população de diversas cidades nesse país.
   Camiões de abastecimentos da NATO e autotanques de combustível que se dirigiam ao Afganistão foram entretanto impedidos de avançar na cidade de Jamrud, na zona de Peshawar.

Fonte: aporrea.org

México - 2011Dez08

Lutador pela Paz assassinado

   O corpo de José Trinidad de la Cruz Crisóforo, com mais de 70 anos, foi encontrado a menos de 24 horas do seu sequestro no município de Aquila, muito perto da comunidade de Xayakalan donde vivia. O seu cadáver foi encontrado com as mãos atadas nas costas, apresentava pelo menos quatro impactos de bala e diversos golpes no corpo que fazem supor que foi torturado.
   Este é mais uma vergonhosa execução mexicana entre as diversas recentes assassinas execuções de activistas pela Paz e a respeito das quais não foram efectuadas quaisquer prisões. Mas estas vergonhas não parecem preocupar os governantes nem o vizinho império do norte.
   Temos de unir esforços e denúnciar também estes crimes!

Fonte: aporrea.org

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Não à escalada de guerra no Médio Oriente

É no Médio Oriente que os EUA e os seus aliados da NATO procuram levar a cabo a principal agressão contra a soberania dos povos.
É contra os países que nesta região assumem posições que contrariam e opõem os propósitos imperialistas dos EUA, designadamente a criação do denominado «Grande Médio Oriente», e que decididamente enfrentam e rejeitam a política colonialista de Israel – que ocupa ilegalmente territórios da Palestina, do Líbano e da Síria – que os EUA e os seus aliados levam a cabo uma perigosa escalada de ingerência e de guerra, com imprevisíveis consequências.
Na sequência da autêntica barbárie que lançaram contra o povo líbio – submetido a meses de ininterruptos bombardeamentos e à destruição e saque por parte da NATO e dos seus mercenários, causa de dezenas de milhar de mortos –, os EUA e os seus aliados lançam-se agora na provocação, na desestabilização interna, e na ameaça de agressão militar directa contra a Síria e o Irão.
Ingerência e ameaça de intervenção acompanhadas por uma ampla campanha de mentira e mistificação, em tudo semelhante às que antecederam as agressões à Jugoslávia, ao Afeganistão, ao Iraque ou à Líbia.
Ao mesmo tempo que conspiram descaradamente contra a Síria – promovendo o seu isolamento político e económico, incentivando e alimentando o seu conflito interno e procurando instrumentalizar, uma vez mais, a ONU para justificar os seus propósitos belicistas –, renovam as suas ameaças de agressão militar ao Irão, instrumentalizando a Agencia Internacional de Energia Atómica – como tinham feito na preparação da agressão ao Iraque –, como pretexto para a guerra. Guerra que, no fundo, é contra todos os povos do Médio Oriente.
A não ser travada esta escalada de confronto e de guerra imperialista, a humanidade enfrentará uma potencial catástrofe de grandes dimensões.
Deste modo, a Assembleia da Paz:
Exige o fim de toda e qualquer ingerência e desestabilização na Síria, e o respeito pela soberania do seu povo e pela independência e integridade territorial deste país (incluindo a recuperação dos seus territórios ilegalmente ocupados por Israel);
Exige o fim das ameaças de agressão ao Irão e o cabal cumprimento do Tratado de Não Proliferação Nuclear, designadamente pelos EUA e Israel;
 Reclama do Governo português o respeito pela Constituição da República – que preconiza a solução pacífica dos conflitos internacionais e a não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados – e pela Carta das Nações Unidas
Lisboa, 19 de Novembro de 2011












Na XXII Assembleia da Paz do CPPC, esta foi uma moção aprovada sobre a situação que se vive no médio oriente, nomeadamente o crescente risco de uma escalada de confronto e de guerra imperialista na região com potenciais resultados catastróficos para a humanidade.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

XXII ASSEMBLEIA DA PAZ

Representantes do Núcleo de Coimbra Participaram



Em Lisboa no Teatro S. Luiz no Sábado 19 de Novembro de 2011 realizou-se a Assembleia Geral do CPPC.







Apresentados, discutidos e aprovados o Relatório de Actividades e Contas do Exercício propostos pela Direcção cessante.




Foi eleita a Direcção para o próximo mandato.



Apresentado, discutido e aprovado o Plano de Actividades e orçamentos para o mandato que se segue.




Foram aprovadas diversas moções que oportunamente o CPPC divulgará.

domingo, 13 de novembro de 2011

XXII Assembleia da Paz

Porque "Pela Paz, todos não somos demais"

                             Eis o cartaz
e o convite para que participem e possam divulgar a Assembleia entre os vossos contactos.






Saudações de Paz e pela Paz

O Núcleo de Coimbra do Conselho Português para a Paz e a Cooperação ( CPPC )

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

CPPC participou na XXVI Marcha à Rota


A participação deste ano, do Conselho Português para a Paz e Cooperação(CPPC), na Marcha à Rota contou com a presença de 35 activistas da Paz, que de forma alegre e combativa se juntaram às cerca de 5000 pessoas que protestaram contra a instalação do sistema anti-missil, imposto pela NATO e EUA, naquela base em Espanha.
Estas pessoas manifestaram-se, pela dissolução desta organização agressiva que afinal é a NATO, pelo fim das bases militares estrangeiras, pelo fim das agressões imperialistas e exigiram mais justiça social.
A crescente presença de pessoas empenhadas nesta causa fizeram da edição deste ano a maior mobilização dos últimos anos. No final da manifestação o CPPC foi convidado a usar da palavra.