Sábado, 19 de Maio de 2012

"A Constituição de Abril e a Paz" - Debate no Café Sta Cruz

Realizou-se no Café Sta Cruz em Coimbra, no passado dia 10 de Maio de 2012 um debate sob o lema acima referido que contou com a intervenção de Gustavo Carneiro, jornalista e membro da Direcção Nacional do CPPC(Conselho Português para a Paz e a Cooperação). Ao debate seguiram-se algumas perguntas.
Foi dado destaque ao artigo 7º da Constituição da República Portuguesa que entre outros aspectos da política internacional estabelece no seu parágrafo 1 que Portugal rege-se nas relações internacionais pelos princípios "... da solução pacífica dos conflitos internacionais, da não ingerência nos assuntos internos de outros Estados e da cooperação com todos os outros povos para a emancipação e o progresso da humanidade. "



Foi também referida a permanente violação pelo Governo português da própria Constituição da República, nesta matéria, bem como a reiterada conivência e sistemática violação da Constituição da República Portuguesa por parte do Presidente da República que precisamente a jurou para a defender e fazer cumpri-la.

Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

Núcleo de Coimbra desfilou no 1º de Maio de 2012



Activistas no Núcleo de Coimbra do CPPC ( Conselho Português para a Paz e a Cooperação ) distribuiram, ainda na Praça da República vários documentos mobilizando para as tarefas da paz. Depois, solidários com os outros trabalhadores, os activistas do CPPC integraram-se no desfile de Coimbra do 1º de Maio.



Também em Coimbra se luta activamente pela PAZ!


Paz SIM! NATO NÃO!

Quinta-feira, 10 de Maio de 2012

A Constituição de Abril e a PAZ

      Sob o lema "A Constituição de Abril e a PAZ" realiza-se um debate esta quinta-feira dia 10 de Maio de 201, pelas 21H00, no Café Sta. Cruz de Coimbra, organizado pelo Núcleo de Coimbra do CPPC ( Conselho Português para a Paz e a Cooperação).

      Será orador Gustavo Carneiro, jornalista e membro da direcção nacional do CPPC.

      Temos de mostrar que somos pela Paz no mundo e que faremos tudo para a alcançar.

     A PAZ conta contigo.

Sexta-feira, 9 de Março de 2012

Café Santa Cruz - "A Agudização da Guerra no Médio Oriente"

Animado debate com Ilda Figueiredo e Baptista Alves da direcção  nacional do CPPC.


Mais de três dezenas de pessoas assistiram e  diversas participaram no debate que se realizou  no passado dia 07 de Março de 2012 no lindo,  precioso e monumental café Santa Cruz, em Coimbra.

   Foi denunciado aqui que os ataques que matam  na Síria são da mesma natureza e da mesma guerra que mata idosos em Portugal.
   É a exploração dirigida pelo capital e o império que matam em ambas as situações.



   Perante a mortandade já conhecida e a muito maior ainda que se desenha no horizonte daquela região e no mundo os oradores e participantes apelaram à  necessidade e à urgência dos povos saírem à rua  para defender a Paz.

   Intensificar e aprofundar as acções pela Paz junto da população foi o comprometimento visível transmitido pelos presentes nesta iniciativa em  Coimbra.

Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011

TRÊS ANOS DEPOIS DO MASSACRE ISRAELITA CONTRA GAZA

A 27 de Dezembro de 2008, o governo de Israel levou a cabo mais uma violenta e destruidora intervenção militar contra o povo palestiniano na Faixa de Gaza, que se designou por operação "Chumbo Fundido” e que até ao dia 18 de Janeiro de 2009 provocou cerca de 1400 mortos e 5000 feridos, a maioria dos quais civis palestinianos, mulheres e crianças, assim como efeitos devastadores na economia e infra-estruturas daquele território. O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas chegaria mais tarde à conclusão, expressa no chamado “Relatório Goldstone”, de que Israel cometeu na sua agressão à Faixa de Gaza crimes de guerra e contra a Humanidade. Perante isto, EUA e União Europeia nada fizeram.

 
POR UMA PALESTINA LIVRE E INDEPENDENTE

Passados três anos sobre o massacre de Gaza, o Conselho Português para Paz e Cooperação presta homenagem às vítimas destes ataques e demonstra a sua solidariedade para com o povo da Palestina e a sua luta de resistência contra a ocupação sionista da Faixa de Gaza e da Cisjordânia.
Relembramos que estes ataques são um exemplo particularmente cruel da política de terrorismo de Estado que os governos de Israel praticam há décadas contra o povo da Palestina e o seu direito à Paz, à Liberdade, a uma vida digna e à construção de um Estado independente, soberano e viável em solo palestiniano. Um criminoso ataque que esteve longe de ser o único.


 Dezoito anos decorridos sobre a assinatura dos acordos de Oslo, que garantia, entre outras questões, a soberania palestiniana sobre a Faixa de Gaza e Cisjordânia: O CPPC reafirma a urgência do cumprimento das resoluções 242 e 338 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, ao mesmo tempo que apela à Assembleia Geral da ONU para que pugne pelo fim imediato da agressão ao povo palestiniano e condene Israel pelos crimes de guerra e contra a humanidade que está a cometer e cometeu nos últimos 60 anos.

O CPPC denuncia também a cínica diplomacia da União Europeia como cúmplice da política belicista levada a cabo por Israel, ao mesmo tempo que rejeita a posição que, a coberto de uma falsa consideração da ocupação como um conflito entre estados, continua a apoiar, de facto, as intenções expansionistas de Israel e os planos de controlo dos recursos da região por parte dos Estados Unidos da América.
Assim, e em consonância com o disposto no art.7º da Constituição da República Portuguesa e dos principios consagrados na Carta das Nações Unidas, o CPPC exige do Governo Português o voto favorável à admissão da Palestina como membro de pleno direito da ONU e considera como exigências fundamentais para uma efectiva, duradoura e justa paz no Médio Oriente:

- O levantamento do bloqueio a Gaza;
- A interrupção da construção dos colonatos e o desmantelamento dos existentes;
- A libertação dos milhares presos políticos palestinianos;
- O derrube do muro de separação;
- O respeito do direito ao regresso dos refugiados;
- O fim da ocupação israelita;
- O estabelecimento do Estado da Palestina, com Jerusalém Leste como capital.

Lisboa, 27 de Dezembro de 2011

Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

Contra a agressão e ingerência na Síria

Parar a escalada de guerra no Médio Oriente!

É com grande preocupação que constatamos que, após mais de meio ano de incessantes bombardeamentos da NATO à Líbia, que causaram dezenas de milhar de mortos e feridos e a destruição de grande parte deste país, os EUA e os seus aliados se lançam noutra operação de declarada ingerência e agressão, agora contra a Síria.
Independentemente da posição que se possa ter quanto ao regime sírio, o que está em causa e não podemos deixar de denunciar e rejeitar é que, tal como aconteceu com a Líbia, se instrumentalizam e alimentam questões internas, dificuldades e contradições de um país com o fim de promover a desestabilização, o conflito, o bloqueio económico e político, e ameaçando também de agressão militar directa, intuitos acompanhados por uma intensa operação de desinformação e de tentativa de instrumentalização das Nações Unidas e suas agência, de modo a justificar inaceitáveis propósitos belicistas, com o seu lastro de morte e destruição.
Aqueles que impuseram a guerra na Jugoslávia, no Afeganistão e no Iraque e que aí são responsáveis e cúmplices de violações dos direitos humanos e dos povos, clamam hipocritamente pelo seu respeito, acenando de novo com a barbárie de nova guerra que terá agora como principal vítima o povo sírio, as suas legítimas aspirações e os seus direitos de soberania, políticos, económicos e sociais.
É contra os países que assumem posições que contrariam os propósitos imperialistas nesta região e que aí enfrentam e rejeitam a política de Israel – que ocupa ilegalmente territórios da Palestina, do Líbano e da Síria – que os EUA e os seus aliados levam a cabo uma perigosa escalada de ingerência e guerra.

Escalada de guerra que é contrária às aspirações e interesses de todos os povos do Médio Oriente e que, a não ser travada, constituirá uma potencial catástrofe de grandes proporções para toda a humanidade , porque a guerra só trará sofrimento, destruição e o agravamento da situação na Síria e em todo o Médio Oriente, com consequências de latitude imprevisível.
Apelamos ao fim da ingerência e da escalada de agressão contra a Síria, ao respeito pela soberania do seu povo e pela independência e integridade territorial deste país (incluindo os Montes Golã, ilegalmente ocupados por Israel);
Reclamamos do Governo português o fim da sua política de apoio à escalada de tensão e de conflito no Médio Oriente e, pelo contrário, uma atitude consentânea com a Constituição da República – que preconiza a solução pacífica dos conflitos internacionais e a não ingerência nos assuntos internos dos outros Estados – e a Carta das Nações Unidas.

Lisboa, 19 de Dezembro de 2011

As Organizações signatárias:
- A Voz do Operário;
- Associação de Amizade Portugal-Cuba;
- Associação dos Agricultores do Distrito de Lisboa;
- Associação Iuri Gagarin;
- Associação Projecto Ruído;
- Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional;
- Conselho Português para a Paz e Cooperação;
- Ecolojovem - “Os Verdes”;
- Federação dos Sindicatos da Agricultura, Alimentação, Bebidas, Hotelaria e Turismo de Portugal;
- Interjovem
- Juventude Comunista Portuguesa;
- Movimento Democrático de Mulheres;
- União dos Resistentes Antifascistas Portugueses
(...)

Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011

Maria da Paz foi ao Magusto pela Paz

Coimbra - Magusto pela Paz

Ontem, quinta-feira 21 de Dezembro de 2011, o Núcleo de Coimbra do Conselho Português para a Paz e a Cooperação(CPPC) realizou um "Magusto pela Paz!" com a consigna Paz Sim! Guerra Não!


Em uma muito breve intervenção, um activista do Núcleo de Coimbra do CPPC, agradeceu aos presentes e realçou a importância de todos terem dedicado um pouco das suas vidas para celebrar e lutar pela paz. Alertou para as guerras que não terminaram e para os ventos de guerra que ainda sopram.  Concluiu expressando a necessidade absoluta de continuar a organizar e a alargar esta frente de luta com vista a travar as ameaças que se avolumam.


Houve castanhas, jeropiga e vinho.



Ficou a certeza de que o Núcleo de Coimbra do CPPC vai realizar mais iniciativas pela paz e cada vez mais participantes que se responsabilizarão com tarefas para continuar, ampliar e resistir contra a guerra e todos os seus aspectos e variantes.




Como curiosidade refere-se que a bebé Maria da Paz, ilustrada na fotografia abaixo, ter comparecido ao Magusto pela Paz.