Nada melhor do que a sua própria História para provar o carácter agressivo da NATO.
Da teia secreta de exércitos clandestinos (que em Itália colheu o nome de Operação Gládio), do apoio político, de logística militar e de armamento ao exército colonial português, à hostilidade para com a Revolução dos Cravos no nosso país e ao apoio à invasão turca de Chipre em 1974, até à actualidade, com a participação, directa ou indirecta, num rol de sucessivos crimes como os que se traduzem no apoio político à prática de acções de terrorismo de Estado por parte do governo de Israel.
Haja quem nos livre dos nossos protectores! Dissolução da NATO, Já!
